segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O olhar...

Depois do por do sol do último domingo fui, como é de costume, fazer caminhada em uma pista aqui próximo da minha casa. É uma pista muito legal, grande, limpinha, muitas pessoas frequentando e, é claro, mulheres lindas que aparecem por lá ou para manter seus corpinhos em forma ou perder aqueles quilinhos a mais que para a maioria delas é um incômodo, mas que para mim não faz muita diferença já que gosto muito das cheinhas também. Mas não é sobre esse gosto que eu gostaria de falar, é de um olhar, ou olhares, que ocorreram naquele dia.

Eu já estava  na terceira volta da pista quando vi do outro lado dela, caminhando na direção oposta uma mulher que estava linda, na verdade a meu ver ela é linda. Mas não estava ali para caminhada, suas vestes estavam mais para outro compromisso, do tipo ir à igreja (tinha uma ali próximo), ir a um restaurante, um encontro etc. Não sei ao certo definir os motivos, mas ela usava uma saia que ia até os joelhos, um paletó feminino (acho que era isso mesmo) tudo da cor marrom escuro. Seus cabelos são pretos e estavam lisos. Quando fiz o retorno, entrando para a segunda metade da terceira volta não a vi mais, imaginei que tivesse entrado em outra rua, enfim. Mas quando estava no final da quarta volta, a vi novamente, dessa vez no mesmo lado que eu caminhando na direção oposta. Eu a via de frente, andando devagar, um telefone celular na mão, um pouco distante olhei para seu rosto, parecia que vaciladamente olhava para mim e olhei para ela. Fixei meu olhar em seus olhos, afinal penso eu que para conquistar uma garota não devemos ir logo pregando o olhar nos seios, na barriguinha, na bunda, nas coxas, acho errado. Devemos olhar nos olhos, isso também parte de um gosto pessoal, adoro o olhar, diz muita coisa. Mas enfim, fixei meu olhar nos olhos daquela garota, chegamos mais perto e eu tive a certeza que em algums momentos ela olhava para mim, mas quando viu que eu a olhava também desviou para o outro lado a sua mira.

Completei a volta, na quinta, quando eu estava chegando na sua metade, ela estava sentada em um banco próximo àquelas academias ao ar livre, ela falava ao celular, sorria, parecia entusiasmada e olhei para ela novamente, mas dessa vez ela não olhou. Esse local fica a extremidade da pista onde fazemos o retorno para completar a volta, e quando fiz isso virei o rosto em sua direção e a olhei, falando ao celular ela olhou também e, dessa vez fixou, continuei andando, não podia parar, e ficou difícil de continuar olhando, pois já nesse ponto eu teria que virar todo o meu corpo. Infelizmente acabou por aí, eu já completava a minha cota de exercícios, estava já cansado, suado, então voltei para casa. Mas fiquei com isso na cabeça.

Aquele olhar foi, de certa forma, simples e pode não querer dizer nada, mas há vários casos que vejo em que a relação começa assim, com troca de olhares. Aquela garota me olhou, no primeiro momento, ela desviou o olhar quando viu que eu também a olhava e, no segundo momento, ela fixou em mim seus olhos, castanhos ou pretos, isso não importa, o que importa é que me deixou pensativo e com várias dúvidas. Será que era intencional me olhar assim? Será que se eu parasse, puxasse conversa sairia algo? Ou estou enganado? Afinal, ela estava muito bem vestida e eu, um maltrapilho, esse gordinho fazendo caminhada vestindo alguns trapos, suado e barba por fazer. O que ocorreu e o que poderia ocorrer? Enfim, os olhares podem dizer tudo ou podem não dizer nada.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Ela e eu em minha casa - Relato 1

Aconteceu em minha casa, em uma tarde de quarta-feira regada a muito calor e vontade de aproveitar o momento em que eu estava sozinho e trazê-la até aqui. Combinamos que ela chegaria por volta das 14h, ela chegou um pouco depois aumentando a ansiedade, ansiedade esta que começa com o fato de eu estar em casa e a qualquer momento poder chegar alguém. O perigo, em nosso caso e em vários relatos que vejo, aumenta mais ainda o tesão.

Ela estava linda, uma morena, magrinha com seus cabelos lisos, vestida com uma calça de um tecido parecido com o jeans e uma blusinha. Infelizmente eu estava sujo, havia trabalhado em casa e não tive tempo de tomar banho, mas ela não se importou com isso. Enquanto eu tomava um bom banho e fazia a barba ela comia algo na cozinha já que comeu pouco na hora do almoço. Quando terminei o banho me enrolei na toalha, fui até a cozinha, a beijei, bebi um pouco de vinho e disse que ia esperá-la deitado na cama. Ela chegou, sorriso aberto, andando devagar em minha direção. Porta e janela do meu quarto abertas já estavamos sozinhos, mas pela janela dava para ouvir a vizinhança, porém não importamos exceto na hora dos gemidos que precisam ser contidos para que ninguém ouvisse.

Antes de deixar-se comigo eu a pedi que em pé mesmo tire a calça, lentamente ela tirou e, conforme eu pedi, ela foi tirando a blusa e o sutiã. Ali estava ela, seu corpo moreno revestido apenas com uma calcinha cor de rosa, seios pequenos e rígidos deliciando-se com o oxigênio e me dando água na boca. Ah! Como eu gosto de chupá-los. Eu ainda estava enrolado na toalha, aquele docinho deixou para tirar a calcinha depois, deitou-se por cima de mim e começou a me beijar. Um beijo doce, suave, mordia meus lábios e eu, por vez, mordia os delas. Chegou um pouco para o lado, puxou a minha toalha e pegou meu pau já duro com as primeiras visões e os primeiros toques daquela princesa. Acariciou-o com a sua mão direita, olhava para ele com olhar de sede e olhava pra mim. Posicionou-se de quatro entre minhas pernas e o saboreou. Começou com a língua, se deliciando, no ínicio, apenas na parte da cabeça e depois foi mais a fundo. Eu sempre faço "faça assim, do jeito que você sabe fazer tão bem", e ela faz, o tesão é sem precedentes. Chupa, vai até o fundo, lambe, beija ao redor. Me levantei e ela, ajoelhada, continuou divertindo-se ali e ainda ouviamos a vizinhança próxima conversando, fazendo barulho no portão, deixando-a por vezes preocupada. Mas isso não foi motivo para parar.

Ela subiu, eu a beijei, um beijo um pouco mais ousado, o retrato daquele momento. Foi aí que a peguei, fiz que ela deitasse, lhe dei mais beijos em sua boca, desci ao pescoço, pois ela adora isso. Ali dei cheiros, beijos e mordidinhas, se molha toda quando faço isso. Desci até aqueles deliciosos seios, passei a língua de leve na pontinha de cada um, fui passando ao redor do biquinho e o chupei. Chupei de leve como deve ser, afinal o seio de uma mulher é sensível e várias delas sentem muito tesão ao serem tocadas ali. É o caso desse bombonzinho que adora as chupadinhas e massagens nos seios. Desci mais, foi beijando a barriga, cheguei no umbigo e me deparei com a sua calcinha. Beijei e mordisquei ao redor nas coxas, dei uma olhadinha para seu rosto, sua face representava o puro tesão e ela disse "vai, tira", prontamente obedeci e tirei. Sua buceta estava molhadinha, dava pra ver o líquido se acumulando ali. Acariciei a sua xana com o dedo, ele ficou lambusado com seu líquido e o passe na pontinha deu seio seu, voltei com o dedo lá e da mesma forma passei no biquinho do outro seio, na sua e na minha boca. Como é delicioso!!! Fui beijando ao redor para não ir com sede direto ao pote, passando a língua nos lábios vaginais, na parte de baixo entre a buceta e o cuzinho, ela respirava mais forte nessa parte. Mas aí cheguei ao clitóris e ela gemeu mais forte, porém contidos, para que os vizinhos não ouvissem. Beijei sua xana como se fosse uma boca, com cuidado, suave, usando a língua. Ela também adora que eu use os dedos e foi isso que fiz, deixei meu dedo polegar lambusado e introduzi bem devagar olhando para seu rosto, vendo-a com os olhos fechados e liberando gemidos. Nos diverti um pouco dessa forma, mas tinhamos que ser mais rápidos, pois alguém pode chegar a qualquer momento.

Ouvi de sua boca "pegue a camisinha", prontamente eu levante, fui até o guarda-roupa e peguei. Enquanto eu abria o pacote ela veio por trás, e foi beijando meu pescoço e ao mesmo tempo massageando meu pau. Coloquei a camisinha e voltamos para a cama. Ela se deitou e eu fui por cima dela, ela mesma pegou meu cacete e introduziu dentro de sua xaninha. Uma xana de mulher morena, baixinha, magrinha, apertadinha e deliciosa. A primeira penetração é uma loucura, sentir entrando lá dentro sendo consumido por ela. Bem devagar foi conduzindo o vai e vém enquanto os gemidos dela iam ficando cada vez mais intensos. Ao mesmo tempo eu a beijava no rosto, na boca, mortia seus lábios e puxava, beijava seu pescoço e os movimentos iam ficando mais rápidos. Trocamos a posição, eu deitei e ela veio por cima de mim cavalgar. Não levantava todo o corpo e descia como é de costume, só movimentava a sua bunda para cima e para baixo. À minha frente seus seios se movimentavam, passei a acariciá-los com a mão esquerda, com mão direita dei um tapinha naquela bundinha deliciosa, quando bati ela liberou um gemido mais expressivo. Ela adora esse tapinha, um tapinha que enche a minha mão, apenas um em cada relação sexual nossa pra não ficar rotineiro. E ela subia e descia, passei a ajudá-la com minhas mãos em sua cintura. Como ela é deliciosa, seu corpo, os gemidos, seus seios, sua bunda, sua bucetinha apertadinha. Uma menininha linda naquele momento da adolescência na casa dos 20 anos. Ela movimentou-se mais intensivamente, mas agora ira pra frente e para trás. Um ótimo movimento que vai massageando as nossas partes íntimas e proporcionando um tesão que é difícil achar palavras para relatar. Mas o bom é deixar o leitor imaginando como está sendo. Ela parou, flexonou um pouco as suas pernas para ficar mais acima e eu posicionei os meus pés de um lado e de outro daquela cama de solteiro para dar apoio, a segurei e fui efetuando posições com minha cintura de baixo para cima, um pouco mais rápido. Esse movimento foi fazendo com que a região do meu pênis ia batendo contra a região de sua vagina e fazendo barulho. A princesinha ia gemendo e transpiravamos cada vez mais.

Voltamos à posição inicial, ela por baixo e eu por cima dela. Eu a introduzi novamente e ela ia dizendo "vai, vai, vai" e fui tentando seguir os seus desejos. Seus gemidos contidos deram lugar a um outro pedido "vai, goza, goza gostoso". Atendendo ao seu pedido, penetrei com mais intensidade, eu gemia também, suava, meu suor pingava em seu rosto, a cama se mexia. Me posicionei melhor e continuei, os gemidos dela iam crescendo, fechava os olhos e abria a boca como se estivesse gritando até que ele veio, o ápice, o gozo. Me arrepio sempre nessa parte e ela diz que nesse momento dá pra sentir um enrijecimento difetente no pênis.Deitei ao seu lado, respiração forte, coração batendo acelerado, sem falar ainda, apenas recobrando as forças e o ar. Foi delicioso.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Apresentação

Neste blog compartilharei alguns relatos das experiências amorosas/sexuais que passei, imaginações, conclusões acerca do cotidiano que envolve amor e sexo. Espero que os posts contribuem com os leitores e as leitoras que possivelmente possam passar por aqui e também acrescentar à listagem de blogs que também tratam do assunto. Fiquem à vontade para comentar, criticar, elogiar, mas infelizmente terei que moderar os comentários afim de não publicar algo desrespeitoso. Também podemos conversar por e-mail: avidasecretadoprofessor@gmail.com Não posso publicar nomes e nem dados pessoais, favor não insistirem. Agradeço aos que participarem e sejam bem vindos(as).