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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Um sábado quente, quente, quente...

Tarde de sábado, ensolarado, muito calor. Fui de ônibus encontrar alguns amigos em um bar, a gelada, as conversas e as risadas não poderiam faltar no fim de semana. Ah! E não poderia faltar também, mais tarde, o bom e delicioso sexo com minha companheira, mas algumas coisas também interessantes estão chegando no relacionamento. Mas vamos com uma coisa de cada vez neste relato.

Cheguei ao bar, meus amigos já estavam lá faz tempo, mas ela chegou um pouquinho mais tarde. Estava linda, blusa de desenho animado como ela gosta, aquela morena radiante brilhando que nem o próprio sol. Ficamos um pouco lá, conversamos bastante com a rapaziada, mas chega a hora de cada um ir para seu canto. Eu e minha companheira fomos a outro bar próximo, só nós dois, o dia não poderia acabar ali simplesmente. Sentamos na mesa na calçada, pedimos uma cerveja. Começamos a falar coisas sobre os itens do cardápio, depois mais algumas coisinhas sem importância que até nem me lembro mais. Porém, tive a ideia, queria levá-la ao motel. Fiquei mais próximo dela e falei sussurrando em seu ouvido: - Tive uma ideia, que tal irmos lá em casa, pegar o carro e ir fazer amor?

De prontidão ela aceitou. Não precisava dizer "sim" ou "vamos", ela sorriu contente do convite recebido. Combinamos que iria pedir mais uma garrafa de cerveja e depois ir de ônibus até a minha casa para pegar o carro e ir, afinal ir à pé no motel não é muito a nossa praia (rs) e também certamente sairíamos bem tarde de lá. Mas o que fazer nesse intervalo de tempo tão longo? A resposta é: Provocações e safadagens. Logo de cara dei um tiro certeiro, disse a ela que se tivesse recusado o convite não teria o prazer de chupar meu pau lisinho. Eu já disse aqui que depilo o pênis, ela adora. Toda sem graça ela sorriu novamente. passou a língua nos lábios e sussurrou: - Nossa, que delícia! Continuei a provocar, dei-lhe um beijo na boca, mordi seus lábios inferiores e dei uma leve puxadinha. Logo após, perguntei: - Quer me chupar?; E ela respondeu: - Quero chupar gostoso. Isso tudo, no bar, com mesas ao lado e pessoas sentadas ao redor dela e nós lá falando safadagens. Não pedimos outra cerveja, pois o tesão não pode esperar, pedimos foi a conta e saímos.

Já escureceu, no caminho para o ponto de ônibus preferi uma rua um pouco mais inóspita, tem alguns pontos mais escuros. Claro que  eu estava pensando em dar continuidade à sessão de sacanagem. Andando por ela, os carros iam passando e nós conversando. Quando o sinal lá atrás fechou e a sessou a passagem de carros, desci a minha mão que até então estava em sua cintura e a enchi com sua bela e gostosa bunda. Ela levou até um pequeno susto, mas que logo foi ofuscado por uma gemida. Mais na frente da mesma forma, andando, passei a mão em suas coxas e na região da sua xana. Ela logo levou a sua mão até meu pau e sentiu que ele estava duro. Enfim, chegamos ao ponto de ônibus. Sentei no banco e ela sentou no meu colo. Estávamos sozinhos até então e eu ia disfarçadamente passando a mão em seu bumbum. Logo chegaram duas senhoras de meia idade que sentaram ao nosso lado. Como não poderia faltar provocações às vezes ia passando a mão no mesmo lugar sem que as senhoras vessem, mas minha companheira, com vergonha do ato, as tirava. Parei um pouco, chegou o ônibus e entramos. No caminho até minha casa não deu pra fazer muita coisa, o veículo estava com um número considerável de pessoas. Chegamos em minha casa, fizemos um pequeno lanche e como combinado saímos.

Chegando ao motel e entrando no quarto nos beijamos, a joguei delicadamente na cama, eramos dois animais ali, ela no cio e eu o macho sentindo aquele momento e querendo possuí-la. Continuamos nos beijos e as mãos se entrelaçando, passeando no corpo do outro. Tirei minha camiseta, minha bermuda e, com meu pau duro, apenas de cueca fiquei na frente dela e ela o acariciou. Não aguentava mais, queria vê-la nua, tirei a sua blusa, seu sutiã, beijei a sua boca loucamente, fui descendo passando pelo pescoço, dei beijos e mordidinhas ali, desci mais e cheguei nos seios. Ah, aqueles seios pequenos e deliciosos, passar a ponta da língua nos biquinhos e vê-los ficando enrijecidos não tem preço. Depois de explorar aqueles seios desci mais ainda chegando até a barriga. Foi a vez de tirar a sua calça e sua calcinha, aquela calcinha pequenininha e roxa. Ela aí disse: - Vou tomar um banho.

Quando voltou, foi a minha vez. Saí do banheiro e ela estava lá na cama enrolada na toalha me aguardando deitada de bruços. Começando pelas pernas fui beijando até chegar em seu bumbum, ali beijei, mordi e dei o tradicional tapinha ao passo que ela respondeu com um gemido. Desenrolei o restante da toalha e fui beijando as suas costas até chegar no pescoço, ela adora beijos no pescoço. Ela se virou, beijei a sua boca e novamente explorei os seios. Foi aí que ela me empurrou e começou a chupar meu pau. Eu deitado, olhando para o espelho do teto via aquela imagem: Ela de quatro me chupando, se deliciando naquele ato. Fiquei em pé, segurei seus cabelos e ordenei: - Beije-o; Ela foi obedecendo de prontidão. Depois, "lambe", e ainda "chupe, engula tudo", 'passe em seu rosto", ela fez tudo isso, sua boca é maravilhosa ali. Eu a posicionei na cama, deitado por cima dela a beijei de novo, ela pegou meu pau e colocou bem devagar dentro da sua buceta. Enquanto ela ia ordenando "mete gostoso, vai" e "enfia tudo" fui obedecendo bem devagar como costumamos começar. Depois foi a sua vez de ficar em cima de mim e cavalgar, adoro essa posição, pois enquanto ocorre a penetração eu vejo seus seios e vou acariciando-os. Ela ia cada vez mais rápido, mas se levantou e ficou de quatro. Ela com os joelhos em cima da cama e eu em pé fora da cama fui metendo gostoso ali, resolvi dar outro tapinha, metendo, batendo minhas coxas naquela sua bunda gostosa. Ela gemia e junto dos gemidos tinha o barulho das minhas coxas batendo em sua bunda. Voltamos à posição inicial e mais rápido ainda fui metendo gostoso como ela queria, ela urrava, e entrava em orgasmo até que veio o gozo, o ápice do ato. Me arrepio quando gozo.  Deitei ao seu lado e tentamos recuperar a respiração e os batimentos cardíacos normais. Assim terminou aquele sábado, quente do começo ao fim.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Ela e eu em minha casa - Relato 1

Aconteceu em minha casa, em uma tarde de quarta-feira regada a muito calor e vontade de aproveitar o momento em que eu estava sozinho e trazê-la até aqui. Combinamos que ela chegaria por volta das 14h, ela chegou um pouco depois aumentando a ansiedade, ansiedade esta que começa com o fato de eu estar em casa e a qualquer momento poder chegar alguém. O perigo, em nosso caso e em vários relatos que vejo, aumenta mais ainda o tesão.

Ela estava linda, uma morena, magrinha com seus cabelos lisos, vestida com uma calça de um tecido parecido com o jeans e uma blusinha. Infelizmente eu estava sujo, havia trabalhado em casa e não tive tempo de tomar banho, mas ela não se importou com isso. Enquanto eu tomava um bom banho e fazia a barba ela comia algo na cozinha já que comeu pouco na hora do almoço. Quando terminei o banho me enrolei na toalha, fui até a cozinha, a beijei, bebi um pouco de vinho e disse que ia esperá-la deitado na cama. Ela chegou, sorriso aberto, andando devagar em minha direção. Porta e janela do meu quarto abertas já estavamos sozinhos, mas pela janela dava para ouvir a vizinhança, porém não importamos exceto na hora dos gemidos que precisam ser contidos para que ninguém ouvisse.

Antes de deixar-se comigo eu a pedi que em pé mesmo tire a calça, lentamente ela tirou e, conforme eu pedi, ela foi tirando a blusa e o sutiã. Ali estava ela, seu corpo moreno revestido apenas com uma calcinha cor de rosa, seios pequenos e rígidos deliciando-se com o oxigênio e me dando água na boca. Ah! Como eu gosto de chupá-los. Eu ainda estava enrolado na toalha, aquele docinho deixou para tirar a calcinha depois, deitou-se por cima de mim e começou a me beijar. Um beijo doce, suave, mordia meus lábios e eu, por vez, mordia os delas. Chegou um pouco para o lado, puxou a minha toalha e pegou meu pau já duro com as primeiras visões e os primeiros toques daquela princesa. Acariciou-o com a sua mão direita, olhava para ele com olhar de sede e olhava pra mim. Posicionou-se de quatro entre minhas pernas e o saboreou. Começou com a língua, se deliciando, no ínicio, apenas na parte da cabeça e depois foi mais a fundo. Eu sempre faço "faça assim, do jeito que você sabe fazer tão bem", e ela faz, o tesão é sem precedentes. Chupa, vai até o fundo, lambe, beija ao redor. Me levantei e ela, ajoelhada, continuou divertindo-se ali e ainda ouviamos a vizinhança próxima conversando, fazendo barulho no portão, deixando-a por vezes preocupada. Mas isso não foi motivo para parar.

Ela subiu, eu a beijei, um beijo um pouco mais ousado, o retrato daquele momento. Foi aí que a peguei, fiz que ela deitasse, lhe dei mais beijos em sua boca, desci ao pescoço, pois ela adora isso. Ali dei cheiros, beijos e mordidinhas, se molha toda quando faço isso. Desci até aqueles deliciosos seios, passei a língua de leve na pontinha de cada um, fui passando ao redor do biquinho e o chupei. Chupei de leve como deve ser, afinal o seio de uma mulher é sensível e várias delas sentem muito tesão ao serem tocadas ali. É o caso desse bombonzinho que adora as chupadinhas e massagens nos seios. Desci mais, foi beijando a barriga, cheguei no umbigo e me deparei com a sua calcinha. Beijei e mordisquei ao redor nas coxas, dei uma olhadinha para seu rosto, sua face representava o puro tesão e ela disse "vai, tira", prontamente obedeci e tirei. Sua buceta estava molhadinha, dava pra ver o líquido se acumulando ali. Acariciei a sua xana com o dedo, ele ficou lambusado com seu líquido e o passe na pontinha deu seio seu, voltei com o dedo lá e da mesma forma passei no biquinho do outro seio, na sua e na minha boca. Como é delicioso!!! Fui beijando ao redor para não ir com sede direto ao pote, passando a língua nos lábios vaginais, na parte de baixo entre a buceta e o cuzinho, ela respirava mais forte nessa parte. Mas aí cheguei ao clitóris e ela gemeu mais forte, porém contidos, para que os vizinhos não ouvissem. Beijei sua xana como se fosse uma boca, com cuidado, suave, usando a língua. Ela também adora que eu use os dedos e foi isso que fiz, deixei meu dedo polegar lambusado e introduzi bem devagar olhando para seu rosto, vendo-a com os olhos fechados e liberando gemidos. Nos diverti um pouco dessa forma, mas tinhamos que ser mais rápidos, pois alguém pode chegar a qualquer momento.

Ouvi de sua boca "pegue a camisinha", prontamente eu levante, fui até o guarda-roupa e peguei. Enquanto eu abria o pacote ela veio por trás, e foi beijando meu pescoço e ao mesmo tempo massageando meu pau. Coloquei a camisinha e voltamos para a cama. Ela se deitou e eu fui por cima dela, ela mesma pegou meu cacete e introduziu dentro de sua xaninha. Uma xana de mulher morena, baixinha, magrinha, apertadinha e deliciosa. A primeira penetração é uma loucura, sentir entrando lá dentro sendo consumido por ela. Bem devagar foi conduzindo o vai e vém enquanto os gemidos dela iam ficando cada vez mais intensos. Ao mesmo tempo eu a beijava no rosto, na boca, mortia seus lábios e puxava, beijava seu pescoço e os movimentos iam ficando mais rápidos. Trocamos a posição, eu deitei e ela veio por cima de mim cavalgar. Não levantava todo o corpo e descia como é de costume, só movimentava a sua bunda para cima e para baixo. À minha frente seus seios se movimentavam, passei a acariciá-los com a mão esquerda, com mão direita dei um tapinha naquela bundinha deliciosa, quando bati ela liberou um gemido mais expressivo. Ela adora esse tapinha, um tapinha que enche a minha mão, apenas um em cada relação sexual nossa pra não ficar rotineiro. E ela subia e descia, passei a ajudá-la com minhas mãos em sua cintura. Como ela é deliciosa, seu corpo, os gemidos, seus seios, sua bunda, sua bucetinha apertadinha. Uma menininha linda naquele momento da adolescência na casa dos 20 anos. Ela movimentou-se mais intensivamente, mas agora ira pra frente e para trás. Um ótimo movimento que vai massageando as nossas partes íntimas e proporcionando um tesão que é difícil achar palavras para relatar. Mas o bom é deixar o leitor imaginando como está sendo. Ela parou, flexonou um pouco as suas pernas para ficar mais acima e eu posicionei os meus pés de um lado e de outro daquela cama de solteiro para dar apoio, a segurei e fui efetuando posições com minha cintura de baixo para cima, um pouco mais rápido. Esse movimento foi fazendo com que a região do meu pênis ia batendo contra a região de sua vagina e fazendo barulho. A princesinha ia gemendo e transpiravamos cada vez mais.

Voltamos à posição inicial, ela por baixo e eu por cima dela. Eu a introduzi novamente e ela ia dizendo "vai, vai, vai" e fui tentando seguir os seus desejos. Seus gemidos contidos deram lugar a um outro pedido "vai, goza, goza gostoso". Atendendo ao seu pedido, penetrei com mais intensidade, eu gemia também, suava, meu suor pingava em seu rosto, a cama se mexia. Me posicionei melhor e continuei, os gemidos dela iam crescendo, fechava os olhos e abria a boca como se estivesse gritando até que ele veio, o ápice, o gozo. Me arrepio sempre nessa parte e ela diz que nesse momento dá pra sentir um enrijecimento difetente no pênis.Deitei ao seu lado, respiração forte, coração batendo acelerado, sem falar ainda, apenas recobrando as forças e o ar. Foi delicioso.